Thursday, December 28, 2006

2 Honeybear




- Do you love Honeybear?

- Not really, no..

- Do you fancy her?

- Well...

- Yes or no?

- I might.

- You might..?!

- I don’t know her!!

- You don’t know her?!

- Actually not, no…

- So?

- So what?

- Well, do you have a romance?

- I guess not..

- A modern romance, perhaps?

- There is no modern romance.

20 comments:

xico said...

tas viciado em yeah yeah yeahs!vi-os ha 3 anos em paredes de coura.tava nas primeiras filas a epera de placebo e nem os conhecia bem,só mesmo o single "date with the night".Ela deu grande show em palco e pôs tudo ao rubro.boa banda...

Anonymous said...

k nojo d musica.devias era ouvir 4taste e dzrt,isso sim e boa musica.

m said...

nao, eu acho q floribella é melhor!
lol

yeah yeah yeahs vi-os este ano ao vivo... era como eu imaginava;)

canetas said...
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canetas said...

Será o romance conciliavel com a modernidade?

Será que perde algo, ganha algo, ou apenas se modifica?

Será um e-mail equiparavel a uma carta?

Será que podemos namorar á distancia melhor que anteriormente?

Ou será que a tecnologia torna tudo mais fácil mas, simultaneamente, superfluo?

Serão as relações de hoje mais fortes ou mais fracas que as de antigamente?
Se não iguais, porquê?

Eu acredito sinceramente que o romance moderno é uma pálida imitação do romance clássico. Partilham o nome mas não são a mesma coisa.

Romances dão trabalho e hoje quer-se resultados imediatos, mesmo que isso signifique sacrificar tudo o que o romance representa.

Anonymous said...

viva a floribela, dzrt e 4taste!!!!!! musica nacional é do melhor!!

Anonymous said...

Não lês o que lias antes,
não comes o que comias antes,
não ouves o que ouvias antes,
não andas como andavas antes,
não és quem eras antes,
porque havias de namorar como namoravas antes?
"Romances dão trabalho" pensa bem!!

quanto a YYY´s 2 albuns, o 1º bom o 2º mediano. não percebo o porquê de tanto barulho. será moda?

said said...

Olá a todos.
Desconhecia este grupo.
Bebi cada segundo do Video a custo a pensar que ia surgir alguma coisa interessante.

Perdi 5 min da minha vida.

A "musica" (para mim aquilo é merda) é péssima.
Eu não sou musico e consigo reproduzir todos os sons provenientes de todos os instrumentos que estão em palco.
A guitarra, a bateria e a voz.

Não consigo conceber como pode alguém gostar "daquilo", a não ser, claro, para dar nas vistas com gostos bizarros.

Gosto muito de ti Luis.
Mas bateste no fundo...

Anonymous said...

Censura?

m said...

Este blog passou do anonimato para um conjunto de anónimos em massa!

Eu said...

eu, Eu, gosto! De ti e da música! :)

Anonymous said...

como hoje foi a primeira vez que vim ao teu blog, aproveitei e dei uma volta pelos últimos posts. se me encheste de inveja ao saber que estiveste nos Himalaias, pelo menos eu posso dizer que tive o prazer de conhecer The Arcade Fire com o concerto de Paredes de Coura.
ainda hoje estemeço, por cada vez que me lembro daquele dia. muitas emoções, para uma só banda, da qual até o nome, até então eu desconhecia...

:)

Lau said...

'baby im afraid of a lot of things
but i aint scared of lovin you
baby i know your afraid of a lot of things but dont be scared of love...
because people will say all kinds of thing that dont mean a damn to me because all i see is whats in front of me, and thats you!'

amei ursinho :)* tu sabes....

Lau said...

a proposito, nao sei que raio de coments anonimos sao esses, mas pronto... digamos que quem nao gosta deve respeitar, e pessoas que respeitam o que eu gosto tenho em consideraçao... agora quem parte para os exageros e tal, xauzinho! para mim yyy's é uma das melhores bandas... uma das bandas que eu ouço mais e me faz delirar bastante...
para quem nao faz, paciencia.. ha quem delire com dzrt ou 4taste ou floribella e eu respeito, sao opçoes e estilos diferentes, cada burro com a sua mania! eu pessoalmente fico mal diposta a ouvir dzrt ou 4taste ou floribella ou seja la o que for meio "apimbalhado" na minha maneira de ver.

mas acima de tudo, orgulhome bastante do que ouço! :)



plimmmmm... * beijinho enorme honeybear

Anonymous said...

o k e esta gayzada do honeybear, voces sao todos uns gandas maricoes.

sofia said...

Olá Canetas

as tecnologias ajudam e muito os romances. Não acho que tornem tudo mais supérfluo, acho até que, muitas vezes, tornam tudo possível!

É verdade que já não se perdem horas a fio a escrever cartas de amor ou a encontrar rimas, mas um e-mail ou sms é capaz de despertar a mesma emoção. Pelo menos em mim.

Também já não se oferecem flores mas sim ipods, telefones ou photoshops cada vez mais xpto de momentos a dois... mas isso não quer dizer que o romance tenha mudado ou que seja pálido, nós os protagonistas é que mudámos. Somos muito mais exigentes, e não me estou a referir a presentes.

Somos mais exigentes no sentido de que só estamos dispostos a ter trabalho e a investir em alguém, quando temos bons indícios de que aquele que nos interessa vai representar um "upgrade" na nossa vida. Até lá remetemo-nos à lei do menor esforço, umas vezes porque queremos jogar à defesa, outras porque pura e simplesmente nos é indiferente. Por isso, em vez de oferecer flores e um cartão ou jantares e fins-de-semana com vista para o mar, que implicam um esforço pessoal, damo-nos pequenos electrodomésticos, que só implicam um esforço financeiro e podem ser devolvidos.

E com isto vamos deixando passar aquela que era e é a melhor fase do romance. Provavelmente não concordas mas acho que, no fundo, é em grande parte um problema de tempo. Ninguém está disposto a desperdiçar o seu. Claro que há outras razões, mas agora não tenho tempo.

Às vezes penso que hoje somos uns péssimos engates, que podiam dar uns óptimos namorados/as.
Mas do pensar ao agir há um mundo.

E pronto. Um bom ano para todos. E repleto de romance para o/a Canetas. Romance a sério, com pessoas a sério.

Maria Strüder said...

Adorei o comentário do anónimo looool simplesmente bom.
É bem giro estares desiludido comigo.

canetas said...

Olá Sofia,

Antes de mais bom ano a todos.

Quando eu digo que o romance antigo já não existe, a afirmação engloba muito do que tu disseste.

Pensei por acaso bastante sobre o que tinha escrito no outro dia, a frio e quase sem grande reflexão.

Talvez tenha radicalizado um bocado demais a minha concepção de romance antigo do que devesse.

Obviamente que nem todos os romances do antigamente eram românticos.

Concordo contigo quando dizes que é uma questão de tempo. Acho que grande parte da verdade está nessa afirmação.

Mas o tempo é nosso. Nós fazemos o que queremos com o nosso tempo e, se bem que, hoje em dia esse tempo parece curto isso não deixa de ser desculpa para não investir em algo como um romance a sério com uma pessoa que nós achamos ser a sério.

Claro que a tecnologia tem um enorme papel neste processo. O meu problema (e é por isso que acho que a tecnologia por vezes pode tornar um romance supérfluo) é que temos tanta facilidade de contacto que não lhe damos valor.

Claro que sabe bem receber um sms inesperado. E, porventura, até o poderás ler vezes sem conta.
Mas não é papel. Não está ali. Não fica para sempre. Não tem a caligrafia.

Além disso, e tu tocas nesse ponto no teu comment, a definição de romântico tem-se tornado ao longo do tempo uma coisa cada vez mais monetizada.

Que é que tem de romântico um jantar especial? Pode ter coisas românticas, as pessoas que vão jantar podem ser românticas, mas o jantar por si mesmo não o é. Ir jantar fora a um sítio especial não é, apenas por o sítio ser diferente, mais romântico que um jantar em casa.

Hoje em dia ser romântico está na maioria das vezes ligado a qualquer tipo de objecto material que para mim não faz grande sentido.

Acho, e parece-me que até concordamos em bastantes coisas, que os tempos são diferentes e as pessoas menos dispostas a arriscar muito em relações nas quais não vêem grande futuro.

Mas isso é o romance moderno. O antigo (na minha versão que é altamente romantizada) era, por essa mesma diferença temporal chi sa, mais profundo, sincero e corajoso.

Espero que também tenhas um 2007 romântico.

sofia said...

Olá Canetas,

Concordo com practicamente tudo o que escreveste.
Há só ali uma coisa sobre o que dizes acerca da tecnologia...

Nós não damos valor a muita coisa, não pela facilidade de contacto (que a tecnologia possibilita e, talvez, banalize – sou um bcd resistente em aceitar isso) mas porque, no patamar para o que evoluíram as relações hoje, essas coisas, pura e simplesmente deixaram de o ter.

A facilidade com que ganhamos intimidade com quem nos interessa e a possibilidade de estarmos com quem quisermos, onde, quando e como quisermos, fazem com que muitas das coisas que há anos eram vistas como pequenos passos (mas grandes vitórias!) p chegar a um fim bem definido, hoje tenham perdido essa vocação claramente romântica.

Além disso, o refresh que houve em relação ao conceito de compromisso (num sentido objectivo) levou a que muitos comportamentos que antes eram decisivos deixassem de o ser, e também a que as nossas atitudes sejam muito mais imponderadas ou despreocupadas, porque hoje sabemos que nada é para sempre.

Não concordo quando dizes que o romance “de antes” era mais corajoso (acho precisamente o contrário, hoje arriscamos a deixarnos envolver muito mais facilmente do que antes). Mais sincero também não, menos incerto talvez, pq hoje os códigos são vários, antes não. Mais profundo espero que não. Acho é que leva mais tempo e dá mais trabalho. Há claramente um antes e um depois do eu amo-te.

O romance não mudou. Continua a ser: Eu-gosto-de-ti-tu-gostas-de-mim-então-vamos-ficar-juntos.
There is no modern romance: there are modern lovers.
Portanto, tu não “radicalizaste demais a tua concepção do romance antigo” tu descreveste é a tua concepção de romance tout seule.

Já reparaste de certeza q o expediente da tecnologia foi só uma desculpa (fraca, mas que para a blogosfera serve) p eu divagar um bocado sobre isto que me tem estado na cabeça desde que li o teu comment. O comment do Canetas, o último dos Românticos.

Até agora o meu 2007 não tem sido muito romântico. Começo a ficar preocupada.

Joana said...

Não há nda melhor que o amor... que o carinho..o mimo.. o afecto.. a confiança.. o ombro!
Mas... as melhores coisas da vida não são fáceis.. têm que ser construidas, regadas, trabalhadas...
O romance somos nós que o fazemos!!